
Minha fixação por amores impossíveis ultrapassa a fixação de político por dinheiro, que puta tem por pica + dinheiro ou que um pobre tem por comida + dinheiro. Às vezes reflito se esse tipo acontece com mais alguém além de mim. Já sei até o roteirinho que sigo toda vez que isso acontece. Começa assim: conheço uma determinada entidade (porque é assim, só pode ser encosto!!), daí a gente conversa, mas conversa mesmo, trocamos segredos, ficamos amigos, rola uma química sinistra (-q), dos dois lados acontecem insinuações de que o negócio vai pra frente...tudo balela, no final Euris termina siempre solo, forever alone, dançando no escuro, triste e acabado.
Um detalhe importante desse roteiro que eu sigo é que essas coisas acontecem tipo em curtos, assim, em poucos meses eu já desenvolvo paixão, mas fazer o que se esse é meu carma? Se apaixonar é muito bom. Te dá um senso de esperança. Parece que tudo vai melhorar, mas essas sensações só acontecem se ambas as partes se envolvem de verdade.
Pois então, esse fui eu desabafando.
Meu nome é louco, por eu ter um gosto assim, gostar de quem não gosta de mim.
Não são vilões. São pessoas comuns. São pessoas que a gente supera.
(frase que eu peguei no blog #Neonico)
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